Este artigo discute o ‘dilema lachmaniano’: uma teoria sobre ordens espontâneas requer os elementos de subjetivismo metodológico e complexidade do problema alocativo, mas a representação formal na teoria econômica da complexidade do problema econômico traz consigo o risco de perdermos de vista a própria apreciação desses elementos. Uma saída para esse dilema é dada por uma interpretação metodológica adequada dos conceitos teóricos. Nesse sentido, argumentaremos que os austríacos são seguidores da metodologia clássica no que diz respeito às consequências da complexidade.