O objetivo deste artigo é propor um modelo de financiamento e gestão da mobilidade urbana que privilegie a participação da iniciativa privada em detrimento à ação governamental, que vem, no Brasil, se demonstrando ineficiente. Para tanto, escolheu-se a análise da Escola Austríaca de Economia sobre regulação de bens públicos para servir de fundamento para propor uma modalidade que supere as concessões e parcerias público-privadas. O modelo propõe um maior envolvimento dos proprietários dos imóveis podendo contribuir para ganhos na valorização dos imóveis, amparando para geração de receitas para a manutenção do sistema.