Apesar dos pedidos dos “cristãos socialistas” de submeter as forças do mercado ao controle do Estado e seu poder temporal, a Bíblia defende o livre mercado. Além disso, prescreve sua existência e operação como os meios normais, outorgados por Deus, de interação social. Tanto o Antigo como o Novo Testamentos fornecem uma defesa ética do mercado, da divisão do trabalho e do princípio da troca voluntária, condenando a força, a fraude e a coerção. Como a introdução da força na sociedade e nas trocas sempre foi a política de intervencionistas e socialistas, esse artigo busca se opor a essas doutrinas, com base na ética bíblica. O desmantelamento do socialismo em bases pragmáticas, históricas e epistemológicas por parte da Escola Austríaca foi devastador. Esse artigo proporciona uma base moral e ética que não só descarta a agenda socialista, mas que se soma a um corpo de trabalho robusto que rejeita suas intervenções devido as suas ineficiências, estados falidos e sua pretensão de conhecimento.
Referências
BENGEL, J.A. Gnomon of the New Testament. Philadelphia: Smith, English, and Company, 1985.
CARTER, H. W. Christianity and Inequality in the Modern United States. In: AKRAM, T.; RASHID, S. (eds). Faith, Finance, and Economy. Cham: Palgrave Macmillan, 2020.
LAURENCE, Gronlund. Why I Am a Socialist. Twentieth Century, v. 4, n. 19, 1890.