Este artigo está voltado a explicar as consequências econômicas decorrente de uma pandemia, circunstância em que o advento da crise não é induzido de maneira endógena ao sistema financeiro. A análise está dividida em duas partes. A primeira delas estará voltada aos efeitos que uma doença contagiosa e mortal tem na escala valorativa dos agentes econômicos e em sua preferência temporal e como isso é responsável por distorcer a estrutura produtiva e dar origem a uma crise econômica. Em seguida, passaremos a analisar os tipos de intervenção mais comuns em tempos de pandemia, tais como quarentena, estabelecimento de preços máximos, regate as empresas e subsídios a determinados agentes. Desta forma, pretende-se explicar como o uso destas políticas acabam por agravar a tragédia e de que maneira o Estado deveria atuar neste cenário.