No presente trabalho, o autor discute as consequências psicológicas de preferir um ambiente social e econômico marcado pela organização burocrática ao invés de uma organização econômica racional pautada pelos preços de mercado. No caso da vida social e econômica caracterizada pela burocratização crescente, a tutela paternalista tende a se tornar autoritária e desfavorável ao fortalecimento do senso crítico, sem o qual cria-se a falsa ilusão de que pode haver liberdade sob um sistema de total arregimentação.