Davidson (2014) defende a posição de que não há nada de antiético a respeito do descasamento da maturidade de empréstimos, em particular quando um banco obtém dinheiro emprestado por um horizonte de tempo mais curto do que quando o empresta. O presente artigo contesta a sua posição e sustenta que, além de tal prática ser antiética, deveria também ser considerada ilegal.